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Riscas, o gatinho amarelo

O Riscas chegou à nossa casa a 08-12-2012, fruto de um pedido que o PP (menino que ia fazer 7 anos - na altura) fez aos pais. É uma aventura ter um gato num apartamento. Queremos que o Riscas seja saudável e feliz!

Riscas, o gatinho amarelo

O Riscas chegou à nossa casa a 08-12-2012, fruto de um pedido que o PP (menino que ia fazer 7 anos - na altura) fez aos pais. É uma aventura ter um gato num apartamento. Queremos que o Riscas seja saudável e feliz!


Se não me encontrarem por aqui, é porque estou ali ao lado

Do livro

Como já aqui referi, há um livro, escrito por mim, onde os personagens principais são o Riscas e o Pedro. É um livrinho muito simples, amador, mas uma história bonita, carinhosa e real.

O site literário muito conhecido e conceituado  Livros & Leituras fez uma proposta literária sobre o livro , que gostaria aqui de partilhar:

 

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« É pequeno e tem vontades. Tem gostos e paixões como toda a gente de palmo e meio. Quer socializar. Polir gostos e vontades. Quer amigos afetuosos. Sonha com paixões e aventuras. Idealiza viagens, passeios e companhia.

 

É exclusivo e, por vezes, sente-se só. Quer um companheiro. No seu quarto, falta-lhe algo que não consegue explicar. Quer um amigo para desabafar.

Rapidamente, os pais resistem. Um bicho em casa?? Dizem: não! Depois, dizem: talvez! Dizem: talvez um dia… Até que…cedem!

 

Que vença o mais novo do clã. Que vença o mais pequeno para a harmonia da casa e para a alegria da família. Afinal, o nosso mais pequeno merece. Tem sido um querido. Por que não acatar este sonho do moço na noite de Natal? Parece-vos bem?

 

Afinal, somos uma passagem que passa a passar. Ele afinal é nós. É como se também nós tivéssemos a paixão de ter este amigo riscado ao lado.

Cabe-nos abrir as portas do alojamento. Recebê-lo com toda a pomba e circunstância.

 

Estica-se um pequeno tapete vermelho à porta do edifício. Os vizinhos, espantados pelo espanto de quem não sabe, fitam discretamente pelo recanto das frinchas de portas e janelas. O “Riscas”, sisudo e determinado, entra silencioso como se tivesse a manjar uma sardinha escalada em marinada de Setúbal.

 

Com bigodes aprumados, sorri… De pelo no ar e um andar majestoso, senta-se na carpete do hall de entrada. O Pedro mostra-lhe a cozinha, a sala e, finalmente, o quarto. Junto do pequeno ouvido do gatinho amarelo sussurra-lhe: Riscas!? Jovem?!  É aqui que nos juntamos. É aqui que seremos felizes.

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Anabela Ramalho Neves

Quero um gatinho amarelo

Euedito »

 

Tudo aqui .

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